A relevância da educação financeira na formação de jovens

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Não é preciso de muito para saber das dificuldades que um jovem passa para poder controlar sua vida financeira. Lidar com esse assunto, muitas vezes, pode levar a experiências ruins. A obtenção de crédito está cada vez mais facilitada, enquanto a eferverscência da juventude os deixa à beira de um enorme abismo que é o consumismo. As tentações são muitas, o que torna cada vez mais difícil poupar dinheiro.

O cenário que enxergamos é o de uma geração que, logo cedo, começa a se endividar, até porque os salários nesse início e também as bolsas-auxílo não são suficientes para dar sustento a um estilo de vida repleto de pequenos luxos e mimos que a maioria dos jovens deseja ter.

Não à toa, tem se falado muito da educação financeira. Sim, ela é tão importante quanto os próprios estudos dos que irão ingressar nas faculdades. É uma maneira de terem mais controle financeiro não só durante a juventude, como para o resto de suas vidas.

A educação financeira pode garantir a um jovem uma vida mais tranquila e mais responsável, longe de dívidas e problemas. Veja aqui algumas atitudes para começar a se planejar desde já:

A quantas anda suas finanças?
Este é o primeiro passo. Os jovens que desejam iniciar sua educação financeira devem fazer uma análise cuidadosa da situação. Definir qual é seu estilo de consumo é fundamental. Saber distinguir o que é essencial para a vida e o que é supérfluo, por exemplo, ajuda bastante.

Você costuma entrar no cheque especial ou pegar crédito pessoal para gastar com coisas não tão necessárias? Perguntas desse tipo ajudam a refletir sobre essas questões relevantes, que podem resultar no total controle da vida financeira. Conversar com o gerente da conta com antecedência para tentar alternativas que apresentem os menores juros é também uma boa opção para não ficar no vermelho no fim do mês.

Planejando para o futuro
O ideal é que você coloque no papel todas as coisas que deseja para o futuro, podendo dividir essas em curto, médio e longo prazo. O dinheiro reservado para uma aposentadoria confortável, por exemplo, é um sonho de longo prazo. A tão sonhada compra de um carro, para o jovem de 20 anos, pode ser considerado de médio prazo. Pensar no dinheiro para pagar a viagem de formatura, até o final do ano, por exemplo, já pode ser considerado curto prazo. Assim, após definidas as metas, o jovem deve instituir um prazo para realizar cada uma delas e, com base naquilo que ganha, alcançar cada uma dessas coisas com êxito.

Colocando em prática
Com o conhecimento de educação financeira, tendo em vista as metas de curto, médio e longo prazo, fica mais fácil se organizar financeiramente, ainda que se ganhe pouco, garantem os especialistas. Ao começar a executar o planejamento financeiro, duas regras de ouro para os jovens são: nunca gastar mais do que ganha e poupar todo mês!

Escolher um modelo de orçamento para a realização dos sonhos, gerenciar os gastos com ajuda de um controlador financeiro e nunca esquecer de separar uma reserva financeira, para o caso de alguma emergência ou gasto não previsto, são atitudes imprescindíveis. Uma boa dica é começar a utilizar a regra dos 50-15-35 agora mesmo!

Poupando sempre
Poupar, sem dúvidas, é um aprendizado. E também uma questão de hábito. Quanto mais cedo você começar, melhor. Por isso, os jovens devem se empenhar nessa prática com afinco, mesmo que não seja a coisa mais fácil a fazer. Separar sempre uma quantia para a poupança assim que receber o salário afim de diminuir a tentação dos gastos. E, caso haja a possibilidade de fazer um investimento, escolher os de baixo risco pode ser uma alternativa mais inteligente, para não perder dinheiro.

Como você faz para poupar dinheiro? Compartilhe a sua opinião. Ela é muito importante para a gente!

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